A organização sem fins lucrativos SYnergia com a Associação para Mulher e Criança (AMC) e Associação Juvenil de Apoio às Comunidades (AJACOM), rubricaram um protocolo de cooperação para formação em Angola e estágios em Portugal para mulheres e jovens, nesta terça-feira, em Braga, Portugal.
O memorando tripartido assinado pelos presidentes da Synergia Portugal, Ricardo Sousa, AMC, Filipe Ndofula e da AJACOM, Hermenegildo Manuel, serve para lançar a Synergia Angola e impactar a vida de mulheres e jovens, com capacitação técnico profissional.
Falando no acto de lançamento, o presidente da Synergia Portugal, Ricardo Sousa, explicou, com o protocolo, as instituições comprometem-se a contribuir para a promoção do progresso educativo, económico, social e cultural da região, através de acções e projectos e desenvolver.
De acordo com o responsável, as partes comprometem-se em estabelecer mecanismos de cooperação que tornem possível a participação conjunta em projectos que visam o reforço da cidadania e da responsabilidade social, fortalecendo o capital humano, institucional e cultural.
Já o presidente da AMC, Filipe Ndofula, destacou a necessária de os parceiros investirem mais em acções que possam impactar mulheres, crianças e jovens em matérias de educação, saúde, formação profissional e empreendedorismo para a promoção de inclusão produtiva, económica e independência financeira das mulheres, bastando que da um/uma se importe com a causa.
Por seu turno, o líder da AJACOM, Hermenegildo Manuel, fez saber que nesta primeira fase, deverá ser implementado por um período de 3 anos o projecto “Jovens em Acção – JÁ”, para promover a qualificação de jovens e mulheres angolanas por meio de cursos de formação profissional, capacitando-os nas áreas de Electricidade Civil, Frio e Climatização, Corte e Costura, Pastelaria, Serralharia Civil, Construção Civil, Ladrilho e Pladur, Canalização, Soldadura em Mig Mag e Culinária.
Ao encerrar o acto, a Vice-Presidente da Câmara Municipal de Braga, Sameiro Araújo, realçou a importância do memorando, desejando que efectivamente este protocolo possa fazer a diferença na vida dos jovens e das mulheres angolanas.
“Portanto, aquilo que desejo é as maiores felicidades que, efectivamente, esta assinatura deste protocolo saia do papel. É importante, as assinaturas são importantes, mas o mais importante é, efectivamente, no terreno fazermos todos a diferença”, enfatizou.