Não há dúvidas que o Presidente do Partido Liberal, Luís de Castro, se tornou, desde o ano passado, o Presidente de um partido político mais fiscalizador do país.
Não mostra simplesmente as irregularidades também tem tido a coragem de responsabilizar os autores criminalmente, uma atitude que tem deixado os cidadãos angolanos satisfeitos, porém, no meio de pessoas com a mente sã, há sempre alguns que vejam esta acção como um ataque ou perseguição aos dirigentes.
Durante a minha formação no jornalismo investigativo, aprendi que “o crime tem cheiro e tem espírito”, por isso, ainda que te escondas tarde ou cedo serás visto. A impunidade, abuso de poder, confundir a função do Estado e Partidário faz parte de DNA de muitos políticos onde a oposição (com assento parlamentar) e o Partido-Estado não conseguem definir os momentos.
Luís de Castro, deve continuar a fazer a sua parte e os demais devem seguir as suas pedaladas para que os senhores do Palácio entendam o básico.
Esta tarde, deparei-me com um texto anónimo onde, por falta de interpretação de o Luís ter chamou os jovens do MPLA na Lunda-Sul de “parasitas” uma expressão que consideraram ofensiva, discriminatória e atentatória à dignidade dos cidadãos dessa província.
“Continuando, afirmou que tais palavras não só configuram uma incitação ao regionalismo e tribalismo, mas também revelam um comportamento incompatível com o de alguém que alega pretender servir o povo angolano”.
Depois de ter lido isso, entendi que alguns jovens querem aprender mesmo com o passado criando um conteúdo de vitimização para se mostrarem inocentes dos ataques primários, por outro lado, o Luís não mencionou regiões e nem mencionou nomes sobre os “parasitas” que existe e que precisam ser desparasitados.
É preciso fazer lembrar aos demais que a lei existe e tudo o que o Presidente Luís de Castro e o seu Partido fizeram, até aqui, têm razões de ser. O avião que o Daniel Félix Neto, Ministro da Administração do Território (MAT) de Angola usou durante actividade partidária na Lunda Sul, pertence ao Estado, não foi comprado com o dinheiro de um partido político e se o mesmo soubesse separar o poder, o líder do Liberal não perderia o tempo de processar o Ministro.
Das duas, uma. Ou suportam Luís de Castro ou mudam do vosso comportamento que não teria sentido assistir num jovem que a menos de um mês e meio lhe foi depositada a confiança para dirigir, pela primeira vez, um cargo Ministerial.
Quando estiverem a orientar um grupo de pessoas para se atirar com pessoas que defendem a legalidade, façam bem sem recorrer à mentira.
Pelo que vejo e sinto, infelizmente aos homens do mal, ainda terão que suportar, por muitos anos, o Luís de Castro. Poderá continuar a fiscalizar todos os prevaricadores.
BY: ISIDRO KANGANDJO


