Uma investigação levou recentemente a descoberta de várias irregularidades na embaixada da Guiné Equatorial, liderado por Protásio Edjang, tido como o pior diplomata do país de Obiang Nguema e do partido PDGE a pisar em solo pátrio angolano.
Protásio Edu Edjang é diplomata paga jovens angolanas para serem usadas como mulheres de sexo. O local apropriado escolhido pelo equatoguineense, não é nada mais nada menos, do que a sua residência Protocolar, situada no município da Maianga, bem junto ao supermercado Martal, um total desrespeito aos símbolos do seu país.
A residir em Angola solteiro, o cidadão das terras de Obiang, aproveita a sua qualidade de diplomata para desqualificar a mão de obra angolana.
Fazedor de negócios, as autoridades angolanas deviam investigar se é lícito que o diplomata compra contentores de mercadoria de cosméticos, para revender no seu país.
Para além pagar jovens mulheres angolanas em troca de sexo, Protasio obriga as jovens a fazerem o teste de HIV numa clínica situada na baixa de Luanda, mas o próprio não faz o referido teste serologico, o que pode ser um potencial transmissor do vírus HIV.
Recentemente foi denunciado por funcionários, mas as suas costas largas no Ministério das Relações Exteriores, principalmente com um funcionário do Gabinete Jurídico apenas identificado como Januário, acrescido ao status de diplolamata, com pagamentos de luvas para não ser descoberto, tem facilitado às suas acções.
Protasio esteve recentemente envolvido num episódio de gravidez de uma jovem que residia no largo 1 de Maio, mas este terá obrigado a jovem a fazer aborto.
Vários funcionários da referida embaixada foram expulsos sem no mínimo serem indemnizados, alguns, com mais de dez anos, não encontram sequer um Kwanzas na segurança social.
Em 2021, o então embaixador da Guiné Equatorial Marcos Mba, havia sido denunciado pela sua funcionária por assédio sexual.
A senhora queixou-se ao Ministério das Relações Exteriores que, depois de receber uma carta desta cidadã, convocou o embaixador, mas este nunca se fez presente.
Cansada de recorrer àquele ministério, foi ao Tribunal Provincial de Luanda, onde abriu um processo contra o embaixador, na 3.ª Secção, com o número 1113/20, mas afirma que o mesmo está sem pernas para andar.
A embaixada da Guiné Equatorial em Angola e os seus representantes têm sido um antro de maus costumes, demostrando vícios e apetites sexuais contra menores e seus funcionários.
Protasio tem fama de ser homem nocturno e de nada acrescer na relação construtiva entre os dois países. Funcionamos expulsos e alguns que seguem a trabalhar na mesma missão diplomática sob fortes controlo, pedem a intervenção da OMA, da IGT e dos órgãos de justiça de Angola.
F/Joana Clementina



