A Câmara dos Despachantes Oficiais de Angola (CDOA) tem vindo a apostar na transformação, modernização e valorização da classe, marcado pela promoção da dignidade e capacitação dos profissionais da classe.
O presidente cessante da CDOA, José Manuel Pacheco, defendeu, na sexta-feira, 13, em Luanda, a valorização e consolidação do legado alcançado nos últimos 10 anos na valorização dos associados, autonomia institucional, modernização e inovação tecnológica.
O posicionamento do Despachante Oficial, que com zelo exerce a profissão há mais de 25 anos, foi apresentado durante a cerimónia de lançamento que marcou o início da “Campanha da Lista A” rumo à liderança da CDOA.
“A Direcção da Lista A liderou uma transformação estrutural na CDOA, elevou o prestígio da instituição e reposicionou a classe como um pilar estratégico do comércio internacional”, sublinhou.
Na abertura do encontro, José Manuel Pacheco enalteceu os ganhos alcançados destacando feitos como a “superação da subordinação técnica e profissional à Administração Geral Tributária (AGT)”, o ajuste da tabela remuneratória dos profissionais e a autonomia financeira das Delegações Aduaneiras.
“São muitas as conquistas alcançadas nos últimos dois mandatos que representam o período de maior transformação na história da CDOA. Em apenas quatro anos, a nossa instituição transitou de um modelo subordinado para uma organização moderna, independente e tecnologicamente avançada”, disse.
No capítulo da saúde e melhoramento da condição social dos associados, salientou a implementação do seguro de saúde universal para associados activos. “E para a dignidade dos associados veteranos, criamos o seguro sénior (+65 anos), com custo integral assumido pela CDOA.
De igual modo, apostamos no futuro operacionalizando o Fundo de Pensões ENSA”, reforçou.
Sobre as “linhas de força” do manifesto eleitoral da lista que lidera, José Manuel Pacheco sublinhou disse que o documento contempla 10 eixos fundamentais que norteiam a governança para os próximos cinco (5) anos.
Estes pilares foram desenhados para responder aos desafios de um mercado globalizado e às necessidades humanas dos nossos associados, passando pelo crescimento e prosperidade económica; unidade e coesão associativa, pluralidade e democracia de ideias; competência e prestígio técnico”, destacou o presidente cessante.
Entre as acções a implementar nos próximos cinco (5) anos, o Despachante realçou a aposta no diálogo institucional com o Executivo e parceiros internacionais visando a criação e inclusão no currículo nacional do curso superior de despachante, bem como a criação de um instituto superior especializado e a construção de uma clínica.



