Num comunicado dirigido à imprensa e a comunidade acadêmica, o Instituto Superior Politécnico de Kangonjo, esclarece que os intetegrantes do Movimento dos Estudantes Angolanos não se identificaram e nem procuraram obter informações junto dos órgãos da instituição.
A nota justifica o incidente registado no dia 04 de Maio, quando estudantes e membros do MEA concentraram-se junto a entrada daquele instituto superior na intenção de protestarem a morosidade na avaliação dos trabalhos finais e a consequente entrega dos certificados.
De acordo com o comunicado emitido no dia 05 de Maio, o ISKA diz não deter de competência legal para ordenar detenções, apesar da nota confirmar que dada a pertubação social, a instituição viu-se obrigado acionar a pronta intervenção da Polícia Nacional.
Sobre os Trabalhos de Fim de Curso (TFC), a instituição informa que os mesmos decorrem com normalidade, estão a ser avaliados por júris especializados, com recurso a tecnologia de detecção de plágio, garantindo a titulação regular dos estudantes.
Recordando que os estudantes e o MEA que se solidariazou-se com a causa, protestavam a morosidade na avaliação dos trabalhos de fim de curso, bem como a entrega dos certificados, em causa estão estudantes que terminaram há mais de 3 anos.
Durante os protestos a Polícia Nacional realizou duas detenções, de dois activistas, dos quais um sendo o Presidente do MEA, Simão Formiga que teve soltura apenas no dia 06, dois dias depois da sua detenção.



