O nepotismo, corrupção, abuso de poder e tantas outras figuras atípicas a justiça social, continuam a enfermar a mãe pátria que nos viu nascer e pela qual nossos pais lutaram.
A corrupção, bem como o tráfico de influência (ganha que tiver mais links), constituem nas principais razões que adiam cada vez mais a nossa democracia e quem recorre às tais práticas, colocasse em posição contrária a luta contra corrupção lançada pelo Presidente da República, João Lourenço.
A Constituição da República consagra, através do artigo 47º, o direito de manifestação pacífica e sem arma e sem qualquer autorização nos termos da lei. Um direito acionado ontem, segunda-feira, pelos estudantes do Instituto Superior Politécnico Kangonjo, que se queixam de estarem há largos anos aguardando pela entrega da certificação da licenciatura.
Porém, a manifestação foi reprimida provalvemente por ordens superiores, fazendo valer pelo poder financeiro e influências, que terá condenado dois activistas a privação de liberdade há mais de 24 horas sem queixa formal.
O Presidente do Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA), Simão Formiga, esta desde ontem detido, inicialmente na esquadra da 22 de Junho, quando tentava buscar fundamentos da detenção de um estudante durante a manifestação e depois levado ao comando municipal do Sequele.
“Ninguém é suficientemente rico que não possa ser punido, ao passo que ninguém é pobre demais que não possa ser protegido”, dizia Presidente da República João Lourenço, durante a tomada de posse em 2017.
Exigimos a libertação dos estudantes ,que sentem-se injustiçados pela ‘ingestão’ daquela instituição do ensino superior, adjectivada por alergica ao diálogo.
Que se respeite os emonumentos pagos pelos estudantes e que a Polícia actua com a máxima imparcialidade.
Jornalista Domingos Figueiredo



