O governo provincial do Namibe decidiu reassentar a população do Baba na zona do Charungo perto do mar contra a sua vontade.
Segundo a administração do município do Saco-Mar, será colocado aí um quebra-mar, uma espécie de quebra-mola para minimizar o impacto das ondas, porque ali elas por vezes atingem 7 à 10 metros de altura.
Mas abalizados afirmam que um quebra-mar ou quebra ondas, requer um estudo específico apurado e de uma equipa especializada no assunto.
“A pressa de agradar os chefes não pode falar mais alto que a vontade de prejudicar o (povo).
Vimos em certas contas e páginas, jovens milicianos da JMPLA e senhores do MPLA a lançar amontoados de ataques ao político e ativista Edson Kamalanga e ao companheiro activista Pedro de Sousa, sobre as descobertas paradisíacas dos governantes deste país na comuna do Baba, alegando que faltamos com respeito à sua excelência senhor governador Archer Mangueira, mas meus caros bajuladores, as imagens falam por sí”, disse um activista cívico radicado na cidade de Moçamedes.
De acordo com ele, o SIC, o DIIP, a PGR, os tribunais estão aí. “O trabalho de investigação efectuado devia ser levados a cabo por esses orgãos que citei. Infelizmente ficaram ‘cafricados’ por políticos autocratas.
O activista desafiam os ‘bajús’ a levarem o recado “ao vosso sheriff que nós estamos aqui. Vão lá se queixar onde quiserem, é isso que vocês sabem fazer. E depois os ‘hatters’ vão bater palmas”.
Reconhece que até o projecto não está tão mal assim, mas acha que carece de mais investimentos e estudo aprofundado.
Por exemplo, prosseguiu, a montanha por onde os carros passarão a entrar, tem um declive bastante enorme e não possui barra de protecção para um eventual despiste. “Têm que se colocar burgau suficiente para proteger as viaturas. Os carros ai não cruzam.
Por favor, chamem especialistas para avaliar esse projecto e os futuros impactos. Se possível for, contratem especialistas estrangeiros para melhor análise para execução dessa obra”, referiu.
Para ele, as coisas feitas às pressas, trazem consequências negativas no futuro.






