O silêncio de quem devia falar: Caso agente da PIR executado por efectivo do SIC continua a dividir opinião

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A execução sumária do efectivo da Polícia de Intervenção Rápida (PIR), Joaquim Gunza, de 33 anos, vítima do calibre de um agente do Serviço de Investigação Criminal, ocorrido no dia 16 de Julho, no interior da esquadra da Vila Azul em Viana, continua dividir opinião sobre o real papel das forças da ordem e segurança.

Passado 10 dias da data fatídica, até ao momento não se ouviu qualquer pronunciamento institucional, senão do porta-voz do Serviço de Investigação Criminal, superintendente-chefe, Manuel Halaiwa, que apresentou dados premilinares sobre às circunstâncias da morte do jovem PIR.

 

De acordo com dados preliminares, Joaquim Gunza, terá sido morto no interior da esquadra da Vila Azul, supostamente depois de ter sido abordado por agentes, quando se fazia transportar (táxi) por uma moto. A execução foi assistido por três agentes da Polícia, entre eles um intendente e comandante da referida esquadra.

Depois dos desparos, na tentativa de fabricar um crime perfeito, de forma premeditada, o homicída na companhia de alguns colegas, com apoio de uma viatura de marca Lander Cruiser desfazeram-se dos cadáveres, incluindo o moto-taxista, tendo abandonados na via pública em circunstâncias deplorável.

Um caso que continua reascender debates público, apesar da tendência criminosa como foi premeditado o sumiço dos cadáveres e atentativa de se desfazer da culpa, o Ministério do Interior, Director Geral do SIC e o Comandante Geral da Polícia continuam fechados em copa.

Nas redes sociais, surgem discursos inflamados que alimentam espírito de vingança e alguns levantam a possibilidade da sonegação do caso por acreditarem que o Serviço de Investigação goza de fórum especial no Ministério (filho querido).

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