João Imperial lamenta a destruição da sua casa pelo regime angolano

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Em 2015, Francisco João Imperial participou de uma manifestação em Luanda, convocada por Jovens Revolucionários. Na sequência disso passou a ser vigiado, com mas o mais grave a acontecer, em 2016, quando a sua casa foi demolida. 

Face a isso, fez denúncia pública, manifestando o seu descontentamento o que só veio a piorar a perseguição. “Denuncie publicamente o facto, mas isso só agudisou o problema”, notou. Não restando outra alternativa, o jovem juntou algum dinheiro e fugiu do país.

Lembra que no tempo em que o Presidente José Eduardo dos Santos dirigiu o país a perseguição de quem estivesse contra o regime era mesmo implacável. “A situação já estava insustentável.

Então, para não ficar preso, ou perder a vida, tive que emigrar”, conta ele, manifestando a necessidade da democratização das instituições do Estado a todos os níveis, para que todos os filhos da pátria encontrem uma oportunidade de realizar os seus sonhos”.

Como, por exemplo, aponta, respeitar o mérito, a capacidade intelectual e técnica dos jovens que pensam diferente.

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